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Para quem escreve: os limites da criatividade

Foto do escritor: Brenda
Brenda
25 de ago.
2 min de leitura

Quem escreve e leva essa prática como forma de trabalho, sabe que contar com a criatividade é contar com a sorte, algumas vezes. E isso se estende em todas as áreas criativas.


Há várias formas de lidar com a falta de criatividade, o chamado bloqueio criativo, e uma delas é se apegar à técnica, ou seja, saber como fazer. Em questão de redações de vestibular, por exemplo, isso é uma ótima estratégia, pois você não precisa necessariamente saber o que falar, mas sim como falar.


Mas e quando não tem uma nota a ser atingida ou um gênero específico a ser seguido? O que fazer quando não há um manual de instruções para se amparar? Nesse caso, não há outra saída, a criatividade é o fator principal.


um desenho de uma lâmpada em um fundo branco. A lâmpada é um desenho com uma bola de papel no lugar da luz.
Qual o limite da criatividade? Eis a questão.

Mas aí é que tá…A técnica e a criatividade andam lado a lado, pois uma não funciona sem a outra. Do que adianta ter uma ideia brilhante, se você não consegue expressá-la?


A criatividade traz a ideia, mas a técnica nos ajuda a contá-la da melhor forma possível.


Nisso, entramos em outra questão: conseguir fazer com que o texto/a ideia seja interessante. A sua ideia é tão incrível assim? O seu texto é tão bom assim? É preciso convencer as pessoas disso.


No entanto, como conseguimos isso? Usando a criatividade, é claro. 


Portanto, tudo se resume à união das partes, uma vez que terá que preencher as lacunas deixadas pela técnica ou pela criatividade.


Escrever um texto é um exercício mental constante. É passar horas, e até dias, olhando para a tela em branco ou amontoado de palavras e não conseguir pensar em uma frase sequer para preencher esses vazios.


Diria até que escrever, usando a própria biblioteca mental, é um super poder. E quem consegue unir criatividade e técnica são super-heróis.



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